segunda-feira, 15 de novembro de 2010

- A infância nos anos 90.

Sinto pena da infância perdida, se eu pudesse mostrar às crianças de hoje o quanto é gostoso brincar na chuva, correr, brincar de pega, ver desenhos de manhã. Se elas entendessem o quanto era bom ver Tv Cruj e Chiquititas e que as coisas mais bobas muito me faziam rir,  eu com certeza teria feito a minha boa ação do dia.

Ps.: Vale a pena ver ao vídeo.


- Tirinhas de humor




- Muita calma nessa hora


Eu, desde sempre, gosto muuuuuuuito, muito, muito de Cinema Nacional. Mas a maioria das pessoas que eu conheço não gostam. Isso porque, quase sempre, a maioria dos filmes nacionais fala de favelas cariocas, sertão nordestino ou algum tema ligado à ditadura militar. De uns tempos pra cá, parece que tem uma galera acordando em relação a isso, e feito filmes muito legais, voltados para um público jovem e que não passam de produções para o mero e simples entretenimento. Afinal de contas, refletir sobre o que acontece no nosso mundo é ótimo, é importante ficar atento a críticas sociais e tudo mais, mas tem hora que a gente que ir ao cinema só pra se divertir, né! Com esse tipo de pensamento, vieram filmes como Podecrer, de Arthur Fontes; Apenas o Fim, de Matheus Souza; As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzky; e agora, Muita Calma Nessa Hora, de Felipe Joffily. E a gente tem mais é que aproveitar esse bom momento que o Cinema Nacional tá abrindo o leque e começando a olhar pra todo tipo de produção.

- Vou guardar tudo em uma caixa

perfumes,sonhos, surpresas, bilhetes, cartas, papéis, doces, documentos, moedas, passagens, cheques, exames, sabonetes, elásticos, balas, adesivos, remédios, colares, pulseiras, trecos, recibos, receitas, batons, memórias, bijoux, fitas, óculos, algodão, grampos, maquiagem, canetas, tesouras, chaves, bilhetes, desejos, dados, fotos, carteiras, contas, chicletes, fichas, envelopes, promessas, pilhas, apontadores, estojos, sapatos, pentes, escovas, cd's, laços, risadas, compras, sacolas, vestidos, esmaltes, lembranças e principalmente o amor.

domingo, 14 de novembro de 2010

- Talvez a vida me ensine

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a não esperar tanto das pessoas para não me decepcionar,
a dizer Não às vezes, pois isso é necessário,
a não ser tão ingênuo e confiar cegamente nos outros,
a não desprezar quem me ama de verdade para não me arrepender depois,
a acreditar que certas amizades são passageiras,
a não me desvalorizar quando o amor que eu sentir por alguém não for correspondido,
a não esperar o desespero para só então recorrer a Fé,
a chorar quando for preciso pra que depois eu me sinta melhor,
a não acreditar que as coisas podem ser perfeitas,
pois elas nunca vão ser...

Talvez a Vida me ensine a não esperar perder as pessoas que eu amo, para só então eu dar o devido valor que elas realmente mereciam.
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Pense nisso!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

- Isso é muita sabedoria


Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.
 
Clarice Lispector